motivação do evangelho
motivação do evangelho
motivação do evangelho
Deus pode salvar quem Ele quiser. Mesmo sem que a voz informativa do evangelho tenha que chegado à essa pessoa. Então pra que pregar o Evangelho? Essa pergunta já revela que o evangelho não apaixonou a pessoa que a faz. Porque eu falo do que eu amo, não é pra ganhar nada. É impossível não falar que amo. Eu acho ela tão maravilhosa, tão amiga, tão leal. Nunca me fez um mal, só me fez bem. Então, falar dela é algo natural. Não falar dela é impossível. É como um avô que não fala dos netos. É como um pai que não fala dos filhos. É como um jardineiro que não tem assunto sobre flores. É como um pescador que detesta falar de peixes. É como um surfista que odeia ondas e só vai obrigado. Não precisamos viver isso. Não precisamos do inferno, nem de estrelinhas no céu. Temos o privilégio. É o privilégio de anunciar o amor de Deus e ver pessoas transformadas ao tomar consciência desse amor. A verdade do evangelho causa impacto no mundo independente a motivação que é pregado. Mas é especial quando é anunciado pela motivação do amor de quem nos amou primeiro. No entanto, mesmo quando pregado com motivações imperfeitas, a mensagem do evangelho continua tendo o poder de transformar vidas, pois sua eficácia não depende de nossas imperfeições, mas da verdade e do poder de Deus. Qualquer outra motivação é contra o evangelho, o seu anúncio, já o faz chegar corrompido, deturpado, infernizado, infeliz, horroroso e desnecessário. Já não é uma boa nova; é uma ameaça, para se fazer chantagem com o temor e o medo dos corações incrédulos, que são oprimidos por uma mensagem de uma salvação perversa.
