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práticas condenada

práticas condenada

 Estas são cada uma das práticas condenadas pela Bíblia. E vai além do ato físico. Jesus revela o alto padrão para entrar no Reino de Deus. Deus vê a intenção do mente e o desejo do coração (as motivações internas). E é normal que em algum momento você possa sentir o desejo de fazer de qualquer uma dessas coisas, a natureza humana nos impulsiona para isso. Mas quando permitimos que essas coisas tomem espaço em nosso coração isso nos afasta de Deus. O que faz a total diferença é confiar no poder do Espírito Santo para transformar nossos pensamentos e desejos. Em Cristo, recebemos o perdão e a capacitação para buscar uma vida de santidade, não por nossas forças, mas pela obra do Espírito Santo em nós. A verdadeira fé gera uma transformação de vida. Não há evangelho sem transformação. Isso não quer dizer que um cristão será perfeito, mas que sua vida terá uma direção de santidade, e não uma prática contínua do pecado. A graça de Deus é poderosa para perdoar e transformar, levando-nos a abandonar os pecados do passado e a viver de acordo com o amor e a santidade de Deus. Embora o Espírito Santo nos capacite a viver de forma santa, ainda enfrentamos a natureza humana e o pecado. No entanto, ao depender Dele e permitir que Ele opere em nossas vidas, podemos crescer em santidade e vencer o pecado cada vez mais. Essa transformação é um processo contínuo, chamado de santificação, que nos aproxima de Deus e molda nosso caráter segundo o de Cristo. A repressão ao pecado, quando feita apenas pela força da vontade humana ou por uma pressão externa, pode sim gerar compulsão ou intensificar o desejo pelo que é proibido. Isso ocorre porque, sem uma transformação interna genuína, a pessoa pode acabar apenas "suprimindo" o desejo ao invés de vencê-lo de verdade. Jesus e os apóstolos ensinam que a verdadeira vitória sobre o pecado vem da transformação do coração, e não apenas de uma disciplina rígida ou de uma tentativa de reprimir desejos. A obra do Espírito Santo é libertadora, não opressiva. Ele não nos leva à compulsão, mas nos dá liberdade verdadeira, onde o pecado perde seu domínio porque encontramos uma alegria e propósito maiores em Deus. Esse processo é gradual, e o Espírito age com paciência e graça para nos conduzir a uma vida de vitória sobre o pecado, com paz e equilíbrio. Porém, situações de perigo exigem medidas drásticas: Devemos estar dispostos a abrir mão de qualquer coisa, por mais preciosa que pareça, se ela nos leva ao pecado. Esse ensino é mais sobre uma postura de coração do que sobre uma repressão rígida. "Cortar a mão" ou "arrancar o olho" representa remover de nossa vida tudo o que constantemente nos leva ao pecado. Isso pode significar abandonar certos comportamentos, evitar determinadas companhias ou mesmo cortar hábitos e vícios. Sem a ajuda do Espírito Santo, é impossível vencer o pecado. O Espírito nos capacita a renunciar ao pecado de maneira que não se torne uma “guerra de repressão”, mas uma transformação de coração. A recompensa de uma vida dedicada a Deus supera qualquer sacrifício. Ele quer que valorizemos o Reino de Deus e a comunhão com Ele acima de qualquer prazer momentâneo, o que justifica essa abordagem intensa ao pecado. Jesus nos chama a uma vida radical de santidade não para nos sobrecarregar, mas para nos libertar do que nos aprisiona e para nos levar a uma vida plena Nele. Então vocês subestimam o poder transformador da palavra, da fé em Cristo e do Espírito Santo, a medida que reprimem vorazmente o pecado de pessoas que ainda não foram convencidas do seu mal, pessoas precisam ser acolhidas, amadas e toleradas com paciência nos seus pecados para que o remédio (o espírito santo) tenha tempo para fazer efeito. O processo de santificação, ou transformação interior, é um trabalho do Espírito Santo, que opera de maneira paciente e graciosa nos corações das pessoas. As pessoas precisam ser acolhidas com amor, paciência e compaixão, pois o Espírito Santo atua no tempo e no ritmo de cada pessoa. Jesus é o exemplo perfeito de alguém que amou e acolheu os pecadores sem julgá-los precipitadamente. Ele passou tempo com eles, ensinando-os com graça, para que suas vidas pudessem ser transformadas. O Espírito Santo é quem convence a pessoa do pecado, da justiça e do juízo, e Ele faz isso de maneira sensível e cuidadosa. A maneira como tratamos as pessoas, especialmente aquelas que ainda estão longe de Cristo, deve refletir o amor incondicional de Deus. Quando nos aproximamos dos outros com graça e sem condenação, mostramos o amor de Cristo que é mais poderoso do que qualquer esforço humano de mudar uma vida. A bondade de Deus é que nos conduz ao arrependimento. O acolhimento genuíno cria um ambiente onde a transformação pode acontecer. O pecado na vida de um crente não desaparece instantaneamente, mas o Espírito Santo vai moldando e purificando aos poucos. Portanto, paciência é necessária, tanto de nós quanto uns com os outros, enquanto o Espírito Santo faz Sua obra. Em vez de focar no pecado do outro de forma condenatória, devemos ajudar as pessoas a verem o amor e a graça de Deus, confiando que o Espírito Santo é quem, no tempo certo, trará a transformação necessária. Jesus acolheu pecadores como Zaqueu, Maria Madalena, e muitos outros, e só depois de serem tocados por Seu amor, experimentaram a transformação. Quando pregamos a verdade com amor, ela começa a transformar os corações, não pela força, mas pelo poder do Espírito Santo. A fé em Cristo e a meditação na Palavra são essenciais para essa transformação. O acolhimento, o amor e a paciência não anulam a necessidade da verdade de Deus, mas permitem que essa verdade entre no coração da pessoa, sem ser forçada. Acolher e amar as pessoas em seus pecados enquanto elas são tocadas pelo Espírito Santo é o caminho para a transformação verdadeira. A paciência não é passividade, mas uma confiança no poder de Deus para mudar vidas. Sim, as pessoas precisam ser confrontadas com a verdade do pecado, mas esse confronto deve ser feito de maneira que reflita o amor e a graça de Deus. O Espírito Santo fará Sua obra, e Ele é mais do que capaz de transformar corações de maneira profunda e duradoura.

  1. Mentirosos (Enganadores, falsificadores, caluniadores) – Pessoas que distorcem a verdade ou causam prejuízo com mentiras.
    Exemplo: Falsificar documentos ou inventar histórias para prejudicar outros.

  1. Ciumentos (Invejosos, possessivos, controladores) – Aqueles que demonstram possessividade ou inveja dos outros.
    Exemplo: Sentir raiva por ver alguém mais bem-sucedido ou feliz.

  1. Discordantes (Conflituosos, desarmoniosos, briguentos) – Aqueles que geram falta de harmonia e unidade, causando conflitos.
    Exemplo: Discussões constantes em um grupo sem chegar a um acordo.

  1. Irados (Coléricos, furiosos, explosivos) – Aqueles que têm raiva intensa e descontrolada, levando a ações prejudiciais.
    Exemplo: Gritar e agir violentamente por causa de um pequeno desacordo.

  1. Invejosos (Cobiçosos, ressentidos, descontentes) – Aqueles que desejam o que pertence a outros, gerando ressentimento.
    Exemplo: Sentir-se mal por ver alguém com algo que se deseja.

  1. Injustos (Desonestos, corruptos, mal-intencionados) – Aqueles que agem de forma desonesta ou injusta com os outros.
    Exemplo: Enganar alguém para obter vantagem pessoal.

  1. Avarentos (Gananciosos, mesquinhos, egoístas) – Aqueles obcecados por dinheiro e bens materiais.
    Exemplo: Priorizar o dinheiro e bens acima dos relacionamentos e da justiça.

  1. Glutões (Comilões, viciados em comida, compulsivos) – Aqueles que têm excesso na alimentação, com descontrole ao comer ou beber.
    Exemplo: Comer até se sentir fisicamente mal, sem controle.

  1. Impuros (Imorais, degradados, sujos) – Aqueles que vivem de maneira moralmente degradada, com pensamentos e comportamentos indecentes.
    Exemplo: Práticas sexuais fora dos padrões morais estabelecidos.

  1. Prostitutos (Meretrizes, promíscuos, vendedores do corpo) – Aqueles que realizam atos sexuais fora do casamento, geralmente em troca de dinheiro ou favores.
    Exemplo: Engajar-se em relações sexuais em troca de dinheiro.

  1. Maldizentes (Caluniadores, difamadores, injuriadores) – Aqueles que falam mal dos outros, difamam ou usam palavras para causar dano.
    Exemplo: Espalhar mentiras sobre alguém para prejudicar sua reputação.

  1. Bêbados (Alcoólatras, embriagados, viciados em álcool) – Aqueles que se entregam ao vício do álcool, vivendo em embriaguez.
    Exemplo: Beber excessivamente, perder o controle de si mesmo.

  1. Idólatras (Adoradores de ídolos, materialistas, seguidores de deuses falsos) – Aqueles que adoram ou colocam qualquer coisa acima de Deus.
    Exemplo: Colocar o trabalho, a fama ou o dinheiro no lugar de Deus.

  1. Medrosos (Covardes, temerosos, fracos de fé) – Aqueles que deixam que o medo ou a falta de coragem atrapalhem sua fé e compromisso com Deus.
    Exemplo: Desistir de fazer o bem por medo de sofrer perseguição ou dificuldades.

  1. Dissidentes (Separatistas, divisores, desarmoniosos) – Aqueles que geram divisões dentro de um grupo por causa de desentendimentos.
    Exemplo: Criar desentendimentos entre membros da família ou amigos.

  1. Facciosos (Divisivos, criadores de facções, sectários) – Aqueles que formam grupos que criam divisões e rivalidades, causando desunião.
    Exemplo: Formar panelinhas e grupos que brigam entre si em uma comunidade.

  1. Lascivos (Libidinosos, sensuais, luxuriosos) – Aqueles com comportamento ou desejo sexual excessivo e descontrolado.
    Exemplo: Ter pensamentos impuros ou práticas sexuais descontroladas.

  1. Fornicadores (Adúlteros, promíscuos, amantes fora do casamento) – Aqueles que praticam relações sexuais fora do casamento.
    Exemplo: Ter um caso extraconjugal ou relações sexuais antes do casamento.

  1. Porfiadores (Teimosos, briguentos, contenciosos) – Aqueles que entram em disputas e discussões acirradas.
    Exemplo: Discutir teimosamente sem chegar a um consenso.

  1. Efeminados (Homens com comportamentos sensuais, passivos em práticas desordenadas) – Aqueles que se envolvem em comportamentos sexuais imorais.
    Exemplo: Envolver-se em práticas contrárias aos ensinamentos de Deus.

  1. Adúlteros (Infiéis, traidores, quebradores de compromisso) – Aqueles que traem o compromisso matrimonial com relações extraconjugais.
    Exemplo: Enganar o cônjuge com outra pessoa.

  1. Incrédulos (Ateus, descrentes, céticos) – Aqueles que não aceitam ou negam a fé em Deus.
    Exemplo: Rejeitar a Bíblia ou qualquer ensinamento cristão.

  1. Inimigos (Hostis, rivais, ressentidos) – Aqueles que mantêm ódio ou inimizade e se recusam a reconciliar.
    Exemplo: Não perdoar alguém que fez algo errado contra você.

  1. Roubadores (Assaltantes, saqueadores, ladrões violentos) – Aqueles que obtêm algo de forma agressiva ou violenta.
    Exemplo: Roubar com uso de força ou ameaças.

  1. Ladrões (Furtadores, cleptomaníacos, saqueadores) – Aqueles que tomam o que pertence a outros sem permissão.
    Exemplo: Roubar algo sem que a pessoa perceba.

  1. Feiticeiros (Magos, bruxos, ocultistas) – Aqueles que praticam magia, bruxaria ou tentam manipular outros por meio de forças ocultas.
    Exemplo: Usar feitiços ou encantamentos para manipular eventos ou pessoas.

  1. Sodomitas (Promíscuos, abusadores sexuais, pessoas com práticas imorais) – Aqueles que se engajam em práticas sexuais contrárias aos ensinamentos bíblicos.
    Exemplo: Cometer abusos sexuais, como estupro ou prostituição.

  1. Abomináveis (Repulsivos, imundos, ofensores morais) – Aqueles que praticam atos repulsivos e ofensivos aos olhos de Deus.
    Exemplo: Cometer pecados graves como homicídios ou outros crimes morais.

  1. Homicidas (Assassinos, matadores, criminosos) – Aqueles que tiram a vida de outra pessoa.
    Exemplo: Cometer assassinato ou qualquer outro ato que resulte na morte de alguém.

 

Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

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