
Entidades e Criaturas Malignas mencionadas na Bíblia
- Deuses do Egito (Êxodo 7 a 12): Embora a Bíblia não mencione nominalmente os deuses egípcios, cada uma das pragas desafiou diretamente a autoridade e a eficácia dos deuses que os egípcios adoravam. As pragas demonstraram a superioridade do Deus de Israel sobre as divindades egípcias, atacando simbolicamente os domínios e aspectos que esses deuses supostamente protegiam ou controlavam. Hapi (deus do Nilo), Khnum (guardião da fonte do Nilo) e Osíris (senhor do Nilo e deus da vida após a morte) foram desafiados pela transformação das águas do Nilo em sangue. Heket (deusa da fertilidade, representada com a cabeça de uma rã) foi desafiada pela praga das rãs. Geb (deus da terra) foi desafiado pela praga dos piolhos (ou mosquitos). Khepri (deus do sol nascente, simbolizado pelo escaravelho) foi desafiado pela praga das moscas. Hathor (deusa do amor e da proteção, frequentemente representada como uma vaca) e Apis (touro sagrado, símbolo de fertilidade e força) foram desafiados pela morte dos animais. Sekhmet (deusa da guerra e da cura), Serapis (deus da cura) e Imhotep (deus da medicina) foram desafiados pela praga das úlceras. Nut (deusa do céu), Osíris e Set (deus das tempestades e desastres) foram desafiados pela chuva de granizo. Seth (considerado o mesmo que Set) foi desafiado pela praga dos gafanhotos. Rá (deus do sol) e Horus (deus do céu e do sol nascente) foram desafiados pela praga das trevas. Finalmente, o Faraó (considerado divino e protetor do seu povo), Osíris e Isis (deusa da vida e protetora das crianças) foram desafiados pela morte dos primogênitos.
- Principados e Potestades (Efésios 6:12; Colossenses 1:16): Hierarquias espirituais que se opõem a Deus e influenciam negativamente o mundo.
- Abaddon/Apolion (Apocalipse 9:11): Anjo do abismo, descrito como o líder dos gafanhotos demoníacos na visão de João em Apocalipse.
REFLEXÃO:
Desde o início, essas criaturas tentam tomar o lugar do Criador. Elas tentaram influenciar a humanidade a se afastar do Criador. E conseguiram. A humanidade escolheu acreditar nas criaturas e desobedecer o Criador. A humanidade caiu na armadilha das criaturas. A humanidade se tornou escrava da sua própria vontade e das criaturas. Mas o Criador prometeu uma segunda chance de reconciliação para todo aquele que escolhesse acreditar Nele desta vez. Primeiro o Criador mostrou a humanidade que eles não conseguiriam seguir sua vontade. Então o Criador se vestiu de criatura e pagou o preço da redenção. As criaturas continuam enganando, mentindo, induzindo e manipulando e se adaptaram e se disfarçaram ao longo dos séculos. Hoje, mesmo não usando os nomes antigos, essas entidades se manifestam de maneira mais sutil, através de ideologias e filosofias que promovem a relativização moral, cultural, ética e até da própria identidade humana. Além disso, práticas modernas como consumismo desenfreado, pornografia, hedonismo e materialismo, muitas vezes disfarçadas de avanço cultural e intelectual, servem para desviar os indivíduos dos princípios do Criador. Tendências culturais, mídias e práticas apresentadas como inofensivas, fazem parte da influência dessas forças malignas, perpetuando um engano sofisticado e sutil até que sejam plenamente derrotadas na segunda vida de Cristo.