Cacuriá de Dona Teté

Atualizado em 27/06/2016
   
  
  
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Cacuriá de Dona Teté
Grupo de Cacuriá - Dança Típica do Folclore do Maranhão

AGENDA DO CACURIÁ DE DONA TETÉ

 



Quem foi Dona Teté?
Nome verdadeiro: Almerice da Silva Santos
Data de Nascimento: 27 de Junho 1924
Data da Morte: 10 de dezembro 2011
Onde: UTI do hospital Carlos Macieira - São Luís
Motivo da Morte: AVC
Velório: João Paulo
Enterro: Cemitério da Pax União - 16h
Idade: 87 Anos
Cidade Natal: São Luís do Maanhão
Instrumento: Caixa do Divino e Voz
Profissões:  foi doméstica hoje cantora de cacuriá
Título Honorável: Dama da cultura popular maranhense


Video Cultural Cacuriá de Dona Teté, filmado no Centro Histórico de São Luís MA,O cacuriá é uma dança típica do estado do Maranhão, no Brasil, surgida como parte das festividades do Divino Espírito Santo. A representante mais conhecida do cacuriá é Dona Teté do Cacuriá, uma percussionista maranhense muitas vezes creditada como uma das criadoras do ritmo e considerada responsável pela introdução dos novos instrumentos.


Discografia - Cacuriá de Dona Teté:
1- Choro de Lera
2- Jabuti/ Jacaré
3- Bananeira/ Ladeira
4- Divino
5- Cabeça de Bagre
6- Mariquinha
7- Valsa
8- Gavião
9- Rolinha/ Quirino/ Rosa Menina
10- A cana
11- Saia/ Formiga
12- Mulata Bonita
13- Chapéu de Lenha/ Agarradinho

Biografia de Dona Teté:

Em 1924, no Sítio da Conceição, bairro do Batatã, em São Luís do Maranhão. Veio ao mundo pelas mãos de uma parteira, em casa mesmo, como todos em sua família de oito irmãos. Passou a ser chamada de Teté no dia do seu batizado, a pedido do padre, que achava o nome Almeirice muito grande para uma menina tão pequenina.  Criada com a avó paterna e a madrinha – pois perdeu a mãe aos quatro anos de idade e o pai aos quatorze - Dona Teté passou a infância na rua do Cisco, hoje Riachuelo, no bairro do João Paulo. Aos 12 anos começou a trabalhar como empregada doméstica, ofício que só largou aos 58 para cantar cacuriá. Estudava em casa, fazendo cartilha, e cursou apenas a 1ª série do ensino fundamental. Não pôde continuar os estudos por não ter como pagá-los e, também, porque precisava trabalhar. Mas todas essas dificuldades não foram obstáculo para que sua estrela viesse a brilhar anos mais tarde. Dona Teté define-se como autodidata. Confessa que aprendeu a tocar caixa aos oito anos de idade, “espiando” uma senhora chamada Maximiana, que morava perto de sua casa. Como ninguém da sua família gostava de participar de manifestações populares, ela teve que improvisar uma passagem na cerca do seu quintal para poder ter acesso à casa de dona Maximiana. “Eu aprendi olhando e escutando, ninguém me ensinou”, enfatiza sempre que é questionada sobre o assunto. Assim que aprendeu a tocar caixa, a pequena Teté passou a ser freqüentadora assídua de ladainhas e alvoradas. Sua inserção no mundo da cultura popular se deu por volta dos seus 50 anos, quando começou a participar das festividades do Divino Espírito Santo, promovidas pelo folclorista Alauriano Campos de Almeida, o ‘seu’ Lauro, na Vila Ivar Saldanha, em São Luís. Integrou também o tambor de crioula, mas sua grande paixão passou a ser a dança do cacuriá. Sempre polêmica com seu jeito de dançar – no cacuriá de seu Lauro era a única que rebolava de jeito sensual – destacou-se em tudo o que fez e em 1980 recebeu um convite do Laboratório de Expressões Artísticas (Laborarte) para ensinar o toque de caixa do Divino para uma peça teatral chamada “Passos”. Em 1986, com a ajuda do grupo, criou o Cacuriá de Dona Teté, que hoje é conhecido dentro e fora do país. Já fez apresentações em vários estados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pernambuco, Tocantins e Bahia, e em 1994 levou o grupo para Portugal. Apesar de dizer não se lembrar da idade em que casou, conta que foi muito feliz com o seu marido, Manoel dos Santos, a quem chamava carinhosamente de “seu Manoel” ou “Carneiro”. Teve apenas uma filha, que lhe deu cinco netos. Seu Manoel não gostava muito da idéia de sua esposa passar as noites de São João pelos arraiais da cidade dançando ou cantando cacuriá, mas não reclamava e nunca a impediu de fazer o que gostava. Em 1997, Dona Teté perdeu o seu fiel companheiro. Da sua família, a única pessoa que herdou o gosto pelo cacuriá foi seu neto, Beto, que já foi caixeiro da brincadeira e seu grande parceiro em todas as apresentações e diversões do período junino. O cacuriá é a atividade mais importante da vida de Dona Teté, que também é coreira de tambor de crioula e rezadeira de ladainhas. Desde que largou a vida de empregada doméstica, só o que fez foi cantar e tocar cacuriá. Sua maior alegria é ensinar as pessoas - sejam crianças, jovens, adultos ou idosos - a dançar, a cantar e a tocar o cacuriá. Diz que, quando morrer, quer ser lembrada como aquela que ensinou ao povo a dança do cacuriá. E o povo, com certeza, não a esquecerá. Em todos os locais em que chega para apresentar o cacuriá, Dona Teté é recebida com bastante entusiasmo pelo público. Seu carisma, sua alegria e, principalmente, sua irreverência, são suas características mais marcantes. Ela não se acanha em, vez por outra, soltar alguns palavrões quando alguma coisa não lhe agrada. Também não dispensa a catuaba, tradicional bebida de São Luís, e quem bem souber, não lhe ofereça água. (Jornal Cazumbá)

 

Onde Tem Dona Teté, Tem Kamaleao!

Garoto Mídia
27/06/2010
Acrescente na biografia que ela beijou o Garoto Mídia, por gentileza! HAHAHA'
[email protected]
André Thiago
24/06/2011
como é que eu faço pra poder entrar no cacuriá de dona teté? se tiver tel ou e-mail para que eu possa ter contato me avise pelo meu e-mail.
[email protected]
Marco ribeiro
30/06/2011
Noss sou louco pelo caria de Dona TeTe, estou indo morar em SLZ e se estiver uma oportunidade de entrar no grupo seria um Honrra, adimiro muito Robinho e Negão que ja se foi, saudades eternas de quando eu ia visitalos, por favor mantenham contato! meu fone(99) 91471682 Sucesso !
[email protected]
Marco ribeiro
30/06/2011
Nossa sou louco pelo cacuria de Dona TeTe, estou indo morar em SLZ e se estiver uma oportunidade de entrar no grupo seria um Honrra, adimiro muito Robinho e Negão que ja se foi, saudades eternas de quando eu ia visitalos, por favor mantenham contato! meu fone(99) 91471682, tambem estou no Face e no orkut com esse e-mail... Sucesso !
[email protected]
Paulo José Garcez Furtado
12/12/2011
Deixo aqui minhas homenagens a essa figura ilustre da nossa cultura... Ficaremos com saudades da alegria e da dança maravilhosa que ela ensinou nosso estado a brincar... Vá com Deus minha velha... Nossa querida "Rainha Teté"... Vá fazer agora São Pedro dançar o nosso Cacuriá...
[email protected]
Edileusa Fernandes
23/01/2012
Minha querida mãeTeté se foi mais deixou saudades a todos nós e onde quer que você esteja tenho certeza que você está do paz e encantado com sua voz e todos os seus ensinamentos que nenhum dos seus filhos do cacuriá irão esquecer, pelo contrário levaremos todos os seus ensinamentos por onde passamos.
Saudades eternas de você mãe teté!!

[email protected]

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